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A Rodoviária da Beira Interior, S.A., surge da cisão da Rodoviária Nacional, ocorrida em 1991, mantendo todas as actividades que esta explorava nos distritos de Castelo Branco e Guarda.

Em 1993, ao dar-se a privatização das diversas empresas resultantes da cisão da Rodoviária Nacional, a RBI passou a ser detida por um consórcio composto pelos Grupos Joalto e Caima, entre outros.

Em 2000 a Joalto passa a ser a principal detentora da RBI, depois de ter adquirido a quota parte da Caima Transportes.

Assim, inserida no Grupo Joalto, a RBI passa a desenvolver uma dinâmica de expansão com o objectivo de alcançar economias de escala do que resultou a aquisição das empresas Guedes, Auto Viação Aveirense, Soares de Oliveira, José Vieira Pinto, Trisan e Almeida & Filhos, assumindo ainda as participações por elas detidas.

Desenvolve a sua actividade de transportes na região da Beira Interior, ligando-a com serviços expresso a todo o restante território do continente para além dos serviços que presta em alugueres e ainda faz carreiras internacionais para muitos outros países da Comunidade Europeia.

Na região da Beira Interior explora uma rede de serviços de carreiras interurbanas e serve ainda em carreiras urbanas as cidades de Castelo Branco e Guarda.

Assim e em resumo, com a sua frota actual de 164 viaturas de transporte público pesado de passageiros, dos quais 40 são de grande turismo e com os seus 232 trabalhadores, os seus factores produtivos fundamentais, mantém uma quota de mercado do transporte público pesado de passageiros com um forte significado nos distritos de Castelo Branco e da Guarda, contribuindo assim para a satisfação de uma necessidade fundamental das suas populações, como é a da necessidade de mobilidade.

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